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CHEGOU – Sem perder tempo, a Fiat já está em pleno vapor de fabricação da picape Toro na sua fábrica de Goiana (PE), inclusive, discretamente abastecendo toda a rede de concessionários para o início das vendas que ocorrerá – muito provavelmente – a partir de 15 de fevereiro.
CAIU – O mês de janeiro, historicamente, não serve como referência daquilo que, provavelmente ocorrerá durante o ano nas vendas de veículos, mas as montadoras devem estar se coçando mais do que doente infectado com o Zica Vírus. O fechamento do primeiro mês de 2016 indicou uma queda de quase 40% em relação ao mesmo mês do ano passado. Várias causas podem indicar a situação, como a diminuição do crédito dos bancos, compras antecipadas feitas em dezembro e os reflexos da crise econômica e política mesmo. Fevereiro, por conta do longo feriadão de Carnaval, também não deverá ser dos melhores.
SE LIGUE! – Na manobra de troca do seu carro seminovo por um zero quilômetro numa concessionária autorizada, a partir do momento em que você fecha o negócio num veículo novo e que, na documentação deixa de constar o seu nome (ou o da sua empresa), a responsabilidade sobre esse bem já não é mais sua e sim, da firma que aceitou o seu veículo como parte do pagamento do novo carro. Evidentemente, ´para sempre´, isso mesmo, para sempre você terá responsabilidade sobre a procedência (histórico de documentos, possíveis multas…) do seu antigo automóvel. E só. No momento em que a concessionária negocia o seu usado com um novo cliente, ela terá, segundo a lei, responsabilidade “na íntegra” por motor, caixa de câmbio, suspensão, pneus, parte eletrônica, etc… durante 90 dias.
BRONCA FEDERAL – Recentemente escutei desabafo de cliente de marca premium alemã, revoltado com a atitude da concessionária que recebeu o seu modelo usado (ano 2010/11) – após vistoriá-lo, avaliá-lo e aceitá-lo como moeda de troca – alegando que o carro “estava com um problema sério na caixa de câmbio automática”. Isso ocorreu dias depois da negociação, portanto, após consolidado o negócio. Pasme, caro leitor: a revenda, alegando a necessidade de “conserto” da transmissão, tentou cobrar do ex-dono, mais do que o valor do carro seminovo em questão pelo serviço na caixa de marchas! O indigesto e absurdo imbróglio ainda está rolando e poderá terminar nos balcões da justiça.
