A Ford apresentou à imprensa a sua nova linha Cargo 2017 de caminhões com a inédita transmissão automatizada Torqshift (com 10 ou 16 marchas) que permite trocas automáticas ou manuais. A marca norte-americana diz que os novos caminhões já chegarão ao mercado agora em março.

A nova linha é formada por seis modelos com capacidade entre 16 e 45 toneladas: Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift.

Os novos caminhões disponibilizam muito mais praticidade e segurança com a transmissão automática. O sistema foi desenvolvido pela engenharia da Ford no Brasil com o fornecedor Eaton e conta com recursos avançados como trocas manuais, modos ´Economia´ e ´Performance´, função “Low”, piloto automático inteligente, assistente de partida em rampa e indicador de marcha no painel para oferecer conforto e economia com excelente custo-benefício.
O Cargo 2429 Torqshift é um dos destaques da linha. Tem transmissão de 10 marchas, tração 6×2, peso bruto total de 23 toneladas e capacidade máxima de tração de 38.000 kg. Chega ao mercado com o preço sugerido de R$220 mil na versão cabine simples e de R$228 mil na versão leito.
O Cargo 1723 Torqshift, modelo médio com PBT de 16.000 kg, tem motor de 230 cv e transmissão de 10 marchas. Essa versão já vem pronta para implementação de coletor/compactador, com transmissão reforçada de 10 marchas.
O médio Cargo 1729R Torqshift, com PBT de 16.000 kg, tem motor de 290 cv e transmissão de 10 marchas, com as opções de cabine simples e leito. O Cargo 1729T Torqshift, com capacidade máxima de tração de 38.000 kg, é um cavalo-mecânico com cabine leito e transmissão de 10 velocidades. E o Cargo 1933T Torqshift (também cavalo-mecânico) tem capacidade máxima de tração de 45.150 kg, traz suspensão a ar e transmissão de 16 marchas.

Mercado >> Em 2015, a Ford foi a marca que mais cresceu na indústria de caminhões, com um ganho de 3,7 pontos porcentuais. Atualmente, a empresa tem uma rede de 120 distribuidores em todo o território brasileiro. (Fotos: divulgação)









