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TESTE: Honda City Touring satisfaz, mas não seduz tanto… Será que isso basta?
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ATAQUES CIBERNÉTICOS continuam atrapalhando a produção da Jaguar Land Rover.
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MÃO NA MASSA: Ford promove a ´Competição Nacional de Habilidades Técnicas 2025´
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SEGURANÇA ativa e passiva: você conhece as tecnologias por trás disso?
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SALÃO DE MUNIQUE marca a volta de híbridos e dos motores a combustão.
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A MODA PEGOU: seguindo a mesma postura protecionista de mercado dos Estados Unidos, o México passou a adotar tarifa de 50% para as importações de veículos chineses e de outros países asiáticos que comercializam automóveis por lá. O México também já está sentindo na pele a força da concorrência da China no segmento automotivo.
RESPINGOS: além das marcas chinesas, as novas tarifas do México afetarão também a Tesla, já que os elétricos Model 3 e Model Y dessa fabricante norte-americana vendidos em território mexicano são fabricados em Xangai (China).
ESCAMBO: modo precário de comercialização sem dinheiro envolvido, o antiquíssimo ´escambo´ está de volta na Rússia. País em guerra contra a Ucrânia está trocando trigo por carros chineses e também está permutando sementes por material de construção.
ISSO JÁ ACONTECEU: nos anos 1990 a Rússia atravessou o chamado “colapso soviético”, um momento em que a economia daquele país ficou esfacelada. Na época, o governo russo negociou de todas as maneiras que pode, utilizando farinha, eletricidade, petróleo, açúcar e até botas como moedas de troca.
CONFLITO INTERNO: marcas chinesas continuam brigando muito entre si dentro da própria China. A luta para se manter em evidência no mercado automotivo tem gerado comercializações com margens de lucro quase nulas. Montadoras menores não estão suportando e seguem pedindo falência com o intuito de estancar a sangria.
SAÍDA: para se livrar da derrocada, muitas fabricantes automotivas chinesas estão vendendo suas tecnologias para montadoras ocidentais, na tentativa de gerar mais receita e sobreviver a esta desenfreada guerra de preços que ninguém sabe aonde vai chegar. A venda de carros para países de terceiro mundo, como o Brasil, também tem ajudado a várias marcas.
PÉ NO FREIO: Stellantis, conglomerado que reúne 14 marcas, dentre elas as famosas Fiat, Jeep, Peugeot e Citroën, desistiu do projeto da sua picape RAM 1500 com propulsão 100% elétrica. A fraca demanda por esse tipo de veículo no mercado norte-americano fez a Stellantis repensar o assunto.
SALÃO INCOMPLETO: após um longo hiato pré e pós-pandemia do Covid-19, o Salão do Automóvel de São Paulo voltará a ocorrer agora em novembro de 2025. Mas não contará com as tradicionais marcas de peso como Ford, Volkswagen, Chevrolet, Ferrari e Porsche, por exemplo.
APENAS UM! Há poucos dias, o governo norte-americano fez uma fiscalização trabalhista numa fábrica de baterias da Hyundai na Geórgia. Ali aconteceu a detenção de quase 500 funcionários. Após ajustes diplomáticos, o governo dos EUA autorizou a permanência dos mesmos para trabalharem na fábrica, mas apenas 1 cidadão sul-coreano aceitou a proposta…
E O RESTANTE? As outras 475 pessoas decidiram voltar para a tranquilidade dos seus lares na Coreia do Sul, um dos melhores países para se viver na atualidade. Como resultado do imbróglio, a Hyundai terá que recontratar funcionários, tendo largos prejuízos e atrasando a construção da sua nova fábrica de baterias em território norte-americano.
COMPRA: as ações da Tesla, marca americana fabricante de veículos elétricos subiram 6% na semana passada, quando o seu CEO, Elon Musk, desembolsou US$ 1 bilhão para comprar um lote de ações da montadora. Investidores gostaram da atitude, interpretando-a como um voto de confiança de Musk no futuro da própria empresa.
EM CIMA DO TELHADO: como parte do seu processo de reestruturação, já que enfrenta a sua pior crise e precisa evitar a falência, a marca japonesa Nissan fechará os seus estúdios de design nos EUA e no Brasil. A empresa também reduzirá as atividades nos seus centros criativos na Inglaterra e Japão.
NOVA OPÇÃO: Stellantis lança no Brasil o “Fiat por Assinatura”, que substitui o “Flua”. No novo modo, a contratação pode ser feita através de planos com 12, 24 ou 36 meses, com franquias de quilometragem de 1.000, 1.500 ou 2.000 quilômetros por mês. O valor mensal da locação varia entre R$ 1.866 e R$ 3.299, dependendo do modelo e franquia escolhida.
CRESCENDO: José Muñoz, CEO da Hyundai Motor, anunciou essa semana que a montadora sul-coreana tem novas e ambiciosas projeções de crescimento a médio prazo. Segundo ele, a HM estabeleceu uma nova meta de 5,5 milhões de vendas globais de veículos até 2030. A empresa está apostando muito na eletrificação dos seus produtos para crescer no mercado.
EVOLUÇÃO: a CATL (maior fabricante de baterias para carros elétricos do mundo) apresentou a sua nova bateria Shenxing Pro, composta de lítio-ferro-fosfato. Será vendida em duas versões: Long Life & Long Range (122 kWh e 750 km de autonomia) e Super-Fast Charging (110 kWh). Esta última é capaz de passar de 10% a 80% em apenas 10 minutos.
MAIS: a questão da extensa autonomia dessas baterias citadas nem é o ponto principal. A CATL destacou a durabilidade delas. Segundo a fabricante, a Shenxing Pro apresenta somente 9% de degradação após 200 mil quilômetros e mantém 70% da sua capacidade mesmo após 1 milhão de km e 10 mil ciclos completos de recarga!
CHEGANDO: japonesa Suzuki começará a vender o seu novo SUV eVitara no Japão em janeiro de 2026. Ele é o 1º modelo global 100% elétrico a bateria baseado na plataforma recém-desenvolvida “Heartect-e”, projetada especificamente para carros elétricos dessa marca, com tração elétrica 4X4. O novo SUV tem autonomia de 430 quilômetros com uma única carga.
ENXUGANDO: Ford reduzirá força de trabalho na sua fábrica de veículos elétricos em Colônia (Alemanha). A tradicional marca norte-americana ajustará as operações para um sistema de ´turno único´ a partir do início do ano em 2026. O novo molde de funcionamento levará à perda de cerca de 1.000 empregos. A empresa vai oferecer pacotes de demissão voluntária.
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