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Sprinter, o salão ambulante da Mercedes-Benz

 

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Lançada no mercado nacional em 1997, a Sprinter sucedeu o modelo MB 180, que, por sua vez, havia aberto as portas desse nicho para a Mercedes em 1994. Robusta, muito espaçosa e com um vasto leque de opções, ela passou por modificações em 2004, ganhou a 2ª geração em 2012 e agora alinha-se – em design e tecnologia – ao modelo que é comercializado na Europa e Estados Unidos.

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Com mais de 3 milhões de unidades comercializadas no mundo, cerca de 120 mil delas foram vendidas no Brasil desde a sua chegada. Apesar dos percalços do mercado automotivo brasileiro nos últimos anos, a alemã Mercedes-Benz comemora o crescimento de participação nesse segmento: saltou de 14,3% (em 2011) para 26,3% agora em 2016.

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Vasto catálogo >> O portfólio do produto é, de fato, impressionante: são 60 opções de configurações que se mesclam entre diferentes tamanhos de chassis, distância entre-eixos, tipos de carroceria, níveis de conforto e possibilidades de uso. Por isso, o utilitário tem uma tabela de preços que varia quase 100% entre o modelo de entrada e o topo da linha. Começa em R$ 102 mil e atinge o pico de R$ 190 mil.

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Contexto do veículo >> Produtividade, rentabilidade e conveniência. Foi a partir desses três pontos que a MB desenvolveu e vem aperfeiçoando esse produto ao longo dos últimos 19 anos no Brasil. Pesquisas da própria marca mostram que hoje esse veículo é utilizado no país com 60% de suas atividades para o transporte de carga e 40% para atender a passageiros.

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Pode até parecer um exagero, mas essas 60 opções de montagens da Sprinter fazem a alegria dos clientes, que podem encomendá-la a partir do foco exato para as suas utilizações.

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Negócio móvel >> Durante o lançamento dessa evolução da 2ª geração, a marca germânica mostrou, como exemplo dessa citada versatilidade, duas opções de negócios que funcionam literalmente sobre as rodas de uma Sprinter: um ´Pet Móvel´ e um Salão de Beleza vão até os clientes, facilitando o lado de quem vai receber os serviços e incrementando a renda do microempresário que oferece essas inovações. Ambos inéditos em São Paulo, esses veículos preparados por uma empresa especializada em customização, já fazem sucesso.

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Completíssima >> A nova Sprinter já vem muito bem equipada de fábrica. Todas as versões têm freios a disco nas quatro rodas, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, airbag, direção hidráulica e freios ABS com diversos auxiliares.

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Há possibilidades de equipamentos de conforto, como ar-condicionado, sistema de som com rádio/CD-MP3/Bluethoot/pen drive, vidros, travas e retrovisores elétricos, além de acabamento em tecido especial, no caso dos modelos destinados ao transporte de passageiros.

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Panorama geral >> O modelo já está, há muito, consolidado no mercado. Conta com uma rede de 200 concessionários e, como dito, tem como trunfo maior a chance de sair ao gosto do freguês com a configuração exata para todos os tipos de atividades. Outra vantagem é a permissão de trafegar em centros urbanos, já que a legislação possibilita que veículos de até 3.500 kg de PBT (Peso BrutoTotal) o façam, e a Sprinter se enquadra nisso.

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Ela é a única van do Brasil nesse porte que oferece portas corrediças dos dois lados da carroceria e tem, inclusive, a maior porta lateral do mercado. Outro dispositivo muito útil para regiões de vento forte é o mecanismo de “assistência contra ventos laterais”, que freia apenas as duas rodas que estão sofrendo o impacto natural, evitando assim a mudança involuntária de faixa e a possibilidade de acidente.

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Enfim…>> Disponível nas versões básicas 311, 415 e 515 (chassis, furgão e passageiros), a Sprinter vem com motor turbodiesel de 4 cilindros e, a partir de calibrações diferentes (do mesmo propulsor), doa 129 e 146 cv respectivamente. Seu chassis é de aço tubular e o conforto ao dirigir pouco lembra a sua antecessora MB 180. É exata na ergonomia, bastante silenciosa e pouco cansativa para o motorista.

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Para finalizar, o modelo oferece, muito provavelmente, o melhor esquema de segurança de freios e controles auxiliares do mundo nesse segmento. O chamado “ESP Adaptativo” funciona em conjunto com o ABS e soma-se aos seguintes aparatos: ASR (controle de tração), BAS (servofreio de emergência), EBD (distribuição eletrônica de frenagem), LAC (controle de carga adaptatitvo), ROM (detector de tendência de capotamento), RMI (intervenção de tendência de capotamento), ESP (pré-carga eletrônica de freio) e BDW (limpeza de água dos discos de freio). Um colosso da engenharia automotiva em forma de utilitário. (Fotos: divulgação)