A Mercedes-Benz produziu na sua fábrica de São Bernardo do Campo (SP), a última unidade do extrapesado Atron 1635. Com isso, concluiu uma longa trajetória de sucesso dos caminhões “bicudos” no Brasil, modelos que ajudaram a construir e consolidar a presença da marca nas estradas do País.

A marca alemã anuncia que o sucessor do 1635 será o consagrado extrapesado Axor, com os cavalos mecânicos Axor 2036 4X2 e 2536 6X2. Além disso, a marca acaba de lançar, também, novas versões desses mesmos modelos, que asseguram ainda mais robustez para aplicações típicas do Atron.

A linha de caminhões com cabina semiavançada, que seria denominada “Atron” a partir de 2012, começou a ser comercializada no Brasil em 1989, com os médios L 1214 e L 1218 e os semipesados L 1414, L 1418 e L 1618. Um ano depois, vieram os extrapesados LS 1935 e LS 1941 e vários outros modelos. O extrapesado Atron 1635 foi lançado em fevereiro de 2012. Até o mês de maio de 2020, foram emplacadas mais de 4.200 unidades no País.

Os extrapesados Axor 2036 4X2 e 2536 6X2 substituirão o Atron 1635 trazendo mais vantagens em desempenho e capacidade de carga para os clientes. A começar pela força do motor OM 457 LA de 360 cv de potência (15 cv a mais), com 188,6 kgf.m de torque a 1.100 rpm. A capacidade máxima de tração (CMT) do Axor é de até 80.000 kg (30.000 kg a mais). O terceiro eixo de fábrica do Axor 2536 6X2 permite plenamente as configurações de semirreboques até 53 T de PBTC (peso bruto total combinado). Assim como o Atron 1635, o Axor vem equipado com caixa de 16 marchas. O destaque é que recebe o câmbio automatizado Mercedes Powershift G 280, que oferece mais conforto ao motorista e otimiza o consumo de combustível, reduzindo o custo operacional e aumentando a rentabilidade para o cliente. (Fotos: divulgação Mercedes-Benz / Instagram: @acelerandoporai.com.br)





