Depois de desistir da fusão com a Renault, que foi inviabilizada, em parte, por interferências da Nissan e do governo francês, a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) – conglomerado que envolve diversas marcas norte-americanas importantes, além de Fiat, Maserati e Alfa Romeo – está prestes a unir-se com outro grupo francês, a PSA, que tem sob o seu importante guarda-chuvas as marcas Peugeot, Opel/Vauxhall, Citroën e DS.

O objetivo dessa possível fusão seria, evidentemente, criar um gigantesco ambiente de vendas de veículos em todos os continentes, além de gerar um fortalecimento financeiro capaz de encarar o futuro repleto de concorrência na área de veículos elétricos/híbridos e autônomos. Juntas, FCA e PSA teriam poder de fogo consideravelmente relevante para encarar as “dúvidas” que o mercado automotivo deverá apresentar na próxima década. Entenda-se por “dúvidas”, a capacidade de sobreviver com produtos atualizados tecnologicamente, com design atraente, e principalmente, com consumo de combustível (seja ele qual for), dentro das normas ambientais impostas nos países integrantes do chamado ´1º mundo´.

Segundo o renomado veículo midiático “Financial Times”, essa fusão poderia valer quase 50 bilhões de dólares em ações. Hoje a PSA tem um ´valor de bolsa´ de 23,6 bilhões de dólares, enquanto a FCA vale 22 bilhões de dólares na bolsa. (Fotos: Google free royalties / Instagram: @acelerandoporai)




